Carta aberta à FAPESP sobre as novas normas da Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior (BEPE).

À Presidência, ao Conselho Superior, ao Conselho Técnico-Administrativo e à Diretoria Científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP.

 

Nós, docentes e pesquisadores vinculados às universidades públicas estaduais e federais sediadas no Estado de São Paulo, vimos manifestar nossa profunda preocupação com as alterações recentemente anunciadas nas normas da Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior (BEPE), com vigência prevista a partir de 1º de setembro de 2026, e solicitar à FAPESP sua reconsideração.

Reconhecemos a importância histórica da FAPESP para a constituição e consolidação do sistema científico paulista e brasileiro. Justamente por reconhecermos o papel singular desempenhado pela Fundação na formação de pesquisadores, no financiamento de pesquisas de excelência e na internacionalização da ciência produzida em São Paulo, consideramos necessário manifestar publicamente nossa discordância diante de mudanças que podem produzir consequências substantivas e desigualmente distribuídas entre áreas do conhecimento, modalidades de pesquisa e perfis socioeconômicos de pesquisadores.

As novas normas estabelecem que a BEPE seja solicitada, ordinariamente, pelo período de seis meses, admitindo-se eventual prorrogação por outros seis meses apenas em condições excepcionais e mediante nova apreciação da FAPESP. Ao mesmo tempo, deixam de contemplar as modalidades de Iniciação Científica e Mestrado e alteram, para os bolsistas de Pós-Doutorado, condições financeiras que até então reconheciam as especificidades materiais de um estágio prolongado no exterior.

Nossa primeira preocupação diz respeito à redução da previsibilidade dos estágios de pesquisa de maior duração. Nas normas anteriores, bolsistas de Doutorado, Doutorado Direto e Pós-Doutorado podiam apresentar projetos prevendo, desde sua concepção, estágios de até doze meses. A possibilidade de permanência por um ano não representava uma liberalidade administrativa, mas o reconhecimento de que a duração adequada de um estágio deve decorrer da natureza do problema científico, da metodologia empregada e do plano de trabalho aprovado.

A transformação dos seis meses em duração ordinária e dos doze meses em excepcionalidade inverte essa lógica. O tempo deixa de ser definido prioritariamente pelas necessidades científicas do projeto e passa a ser condicionado por uma regra administrativa uniforme. Mais ainda: a eventual continuidade deverá ser solicitada ao final do quarto mês, quando o pesquisador já se encontra no exterior. Isso introduz incerteza precisamente onde a pesquisa internacional exige planejamento antecipado — em contratos de moradia, vistos, vínculos institucionais, acesso a arquivos e laboratórios, organização familiar e compromissos assumidos com grupos colaboradores.

Esse problema é particularmente grave para as Ciências Humanas e Sociais, embora não se limite a elas. Pesquisa empírica não se realiza segundo uma temporalidade homogênea. Estudos etnográficos, históricos, sociológicos, antropológicos e de outras áreas dependem frequentemente da construção progressiva de relações de confiança, da inserção em comunidades e instituições, da aprendizagem de códigos locais, do acesso negociado a arquivos e coleções, da consulta de acervos dispersos e da participação continuada na vida intelectual das instituições anfitriãs. Em diversos casos, seis meses constituem menos uma duração satisfatória do que o período mínimo necessário para que uma investigação amadureça e produza resultados consistentes.

O mesmo se aplica à construção de parcerias científicas duradouras. Internacionalização não deve ser confundida com circulação breve. Seus resultados mais relevantes frequentemente decorrem da incorporação efetiva do pesquisador à instituição anfitriã: participação em seminários e grupos de pesquisa, colaboração em projetos, preparação de publicações conjuntas, intercâmbio metodológico, estabelecimento de redes e desenvolvimento de projetos futuros. Esses vínculos exigem tempo. A internacionalização que gera efeitos duradouros para o sistema paulista de pesquisa é justamente aquela capaz de ultrapassar a experiência episódica e produzir cooperação institucional efetiva.

Por essa razão, entendemos que a FAPESP deveria preservar a possibilidade de concessão inicial de BEPE por até doze meses sempre que a natureza do projeto e sua avaliação de mérito assim o justificarem, sem obrigar pesquisadores a converterem uma necessidade metodológica previamente conhecida em pedido excepcional apresentado quando a pesquisa já estiver em andamento.

Uma segunda questão diz respeito à exclusão do Mestrado da modalidade BEPE. É possível compreender a revisão da política de internacionalização em etapas muito iniciais da formação, inclusive no que se refere à Iniciação Científica. No caso do Mestrado, entretanto, entendemos que a exclusão categórica merece reconsideração. Há projetos para os quais períodos de pesquisa no exterior são cientificamente decisivos, seja pelo acesso a arquivos, coleções, equipamentos, bases de dados ou técnicas inexistentes no Brasil, seja pela vinculação a redes internacionais relevantes para a própria investigação. Em lugar da interdição da modalidade, parece-nos mais coerente com a tradição de avaliação por mérito da FAPESP que solicitações dessa natureza permaneçam possíveis em casos devidamente fundamentados.

Nossa terceira e talvez mais preocupante objeção refere-se às condições materiais oferecidas aos pesquisadores de Pós-Doutorado. Até as propostas submetidas em 31 de agosto de 2026, a tabela da própria Fundação estabelece, para a BEPE-PD, além da manutenção no exterior, valor equivalente a 50% da mensalidade da Bolsa de Pós-Doutorado no país. A supressão dessa parcela não constitui uma modificação periférica. Ela altera significativamente quem terá condições concretas de realizar um estágio internacional.

Pesquisadores de Pós-Doutorado ocupam uma posição particularmente vulnerável na estrutura acadêmica. Embora sejam pesquisadores altamente qualificados, com doutorado concluído e crescente responsabilidade na produção científica, frequentemente não dispõem de vínculo empregatício, estabilidade, direitos trabalhistas ou outra fonte regular de renda. Durante um estágio no exterior, suas obrigações materiais no Brasil tampouco desaparecem. Aluguéis ou financiamentos, despesas familiares, planos de saúde, compromissos financeiros e custos associados à manutenção de uma residência continuam existindo, ao mesmo tempo que uma segunda estrutura de vida precisa ser estabelecida no país de destino.

A parcela adicional anteriormente destinada à BEPE-PD reconhecia, ainda que parcialmente, essa realidade. Sua eliminação tende a converter a possibilidade de internacionalização em uma oportunidade diferencialmente acessível àqueles que dispõem de patrimônio familiar, poupança ou outras formas privadas de suporte. Trata-se, portanto, de uma questão de equidade no acesso às oportunidades científicas.

Políticas de internacionalização aparentemente universais podem produzir efeitos profundamente desiguais quando ignoram as diferentes condições materiais de seus destinatários. Pesquisadores sem patrimônio, provenientes de famílias de menor renda, responsáveis pelo cuidado de filhos ou outros familiares, ou que sustentam financeiramente seu próprio domicílio serão proporcionalmente mais afetados. O resultado previsível é uma seleção socioeconômica anterior à própria avaliação científica: alguns pesquisadores simplesmente deixarão de submeter propostas porque não poderão arcar com os custos de manter compromissos em dois países.

Esse efeito é incompatível com qualquer política contemporânea de democratização da ciência. Excelência científica e equidade não constituem objetivos antagônicos. Ao contrário, a possibilidade de selecionar os melhores projetos pressupõe que pesquisadores igualmente qualificados tenham condições materiais mínimas para concorrer e realizar as oportunidades oferecidas.

Há também uma questão mais ampla sobre o estatuto do Pós-Doutorado no sistema científico. Pesquisa não pode depender de uma concepção vocacional segundo a qual jovens cientistas devam absorver individualmente os custos de sua formação em nome de um compromisso pessoal com a ciência. Pesquisa é trabalho altamente qualificado e precisa constituir uma trajetória profissional materialmente viável. Se desejamos atrair e reter pesquisadores talentosos, inclusive aqueles capazes de escolher outras carreiras mais estáveis e remuneradas, as políticas de financiamento precisam fazer da carreira científica uma possibilidade profissional efetiva, e não uma atividade cuja continuidade dependa de recursos familiares privados.

Essa questão se relaciona ainda a uma aparente tensão entre as novas normas da BEPE e outros instrumentos da própria política científica da FAPESP. O Auxílio à Pesquisa Jovem Pesquisador, por exemplo, continua atribuindo grande relevância a uma experiência internacional pós-doutoral extensa, estabelecendo como referência dois anos de atividade bem-sucedida em grupo de pesquisa internacionalmente competitivo — admitindo, excepcionalmente, período inferior a dois anos, mas superior a um. Ao mesmo tempo que a Fundação reconhece a importância de experiências internacionais prolongadas para a formação de futuros líderes científicos, as novas regras tornam menos previsível e materialmente mais difícil que pesquisadores apoiados pela própria FAPESP construam essas trajetórias.

Não defendemos que todo estágio no exterior deva necessariamente durar doze meses, tampouco que períodos mais longos sejam intrinsecamente superiores. Defendemos algo mais elementar: a duração de uma pesquisa deve poder ser determinada por suas necessidades científicas e metodológicas, submetidas à avaliação de mérito, e não reduzida previamente por uma regra uniforme que trata como excepcionais projetos para os quais doze meses são perfeitamente justificáveis.

Da mesma forma, não se trata de reivindicar benefícios individuais, mas de discutir qual modelo de formação científica e internacionalização desejamos para o Estado de São Paulo. A BEPE tornou-se, ao longo de décadas, um dos instrumentos mais importantes para inserir pesquisadores formados em São Paulo em redes internacionais de excelência, permitindo acesso a recursos científicos, criação de colaborações e circulação de conhecimentos posteriormente incorporados às universidades e instituições de pesquisa paulistas. Restringir suas condições de realização pode produzir economias imediatas, mas também custos científicos de longo prazo difíceis de mensurar.

Diante disso, solicitamos à FAPESP:

  1. a revisão da nova regra de duração da BEPE, restabelecendo a possibilidade de solicitação inicial de estágios de até doze meses para Doutorado, Doutorado Direto e Pós-Doutorado, sempre que devidamente justificada pelo projeto e aprovada na avaliação de mérito;

  2. a reconsideração da exclusão da modalidade de Mestrado, preservando a possibilidade de concessão em projetos cuja necessidade científica de pesquisa no exterior seja claramente demonstrada;

  3. o restabelecimento, para a BEPE de Pós-Doutorado, do valor equivalente a 50% da mensalidade da Bolsa de Pós-Doutorado no país, ou a criação de mecanismo financeiro equivalente que reconheça a manutenção simultânea de compromissos materiais no Brasil e no exterior;

  4. a realização de diálogo público com a comunidade científica acerca dessas alterações, incluindo representantes das diferentes grandes áreas do conhecimento, pesquisadores em formação e instituições de ensino e pesquisa do Estado de São Paulo;

  5. a avaliação dos impactos sociais e científicos das novas normas, especialmente sobre pesquisadores em situação socioeconômica menos favorecida, pesquisadores com responsabilidades familiares e áreas cuja pesquisa empírica demanda períodos prolongados de inserção no exterior;

  6. a adoção de regras de transição que protejam projetos e trajetórias internacionais já planejados sob as condições anteriormente vigentes.

A história da FAPESP está indissociavelmente associada à defesa da autonomia científica, da avaliação rigorosa por pares e da construção de um sistema de pesquisa internacionalmente competitivo no Estado de São Paulo. É em nome dessa própria tradição que solicitamos a reconsideração das alterações anunciadas.

Esperamos que a Fundação receba esta manifestação não apenas como expressão de desacordo, mas como demanda legítima de uma comunidade científica comprometida com a preservação e o aperfeiçoamento de uma das instituições mais importantes da ciência brasileira.

São Paulo, 27 de agosto de 2026.

Docentes e pesquisadores das universidades públicas estaduais e federais do Estado de São Paulo.


Assinam esta carta os/as pesquisadores/as listados/as abaixo.

Adelino Sanchez Ramos da Silva — USP, Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto

Adryele Araujo Borges Lima — USP, Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA), Departamento de Medicina Veterinária

Afonso Paiva Neto — USP, Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), Departamento de Matemática Aplicada e Estatística (SME)

Ailton Guilherme Rissoni Toledo — UNESP; Universidade de Araraquara (UNIARA)

Akemi Ino — USP, Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU)

Alêtsia Beatriz Silva Junqueira — USP, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH)

Alexandre Marques Silva — USP, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas (DLCV)

Aline Coelho Sanches — USP, Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU)

Aline de Lima Benevides — USP, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas (DLCV)

Ana Lucia de Jesus Almeida — UNESP, Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), Departamento de Fisioterapia, Câmpus de Presidente Prudente

Ana Lucia Gabas Ferreira — USP, Escola de Engenharia de Lorena (EEL), Departamento de Ciências Básicas e Ambientais

Ana Maria Gomes Augusti — UFSCar, Departamento de Sociologia

André Moreni Lopes — USP, Escola de Engenharia de Lorena (EEL)

André Strauss — USP, Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE)

Andréia Alves Rezende — UNESP, Câmpus de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia

Antonio Castelo Filho — USP, Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC)

Antonio Flávio Arruda Ferreira — UNESP, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Sócio-Economia

Antonio Miguel Batista Dourado — Instituto Federal de São Paulo (IFSP), Câmpus Boituva

Bárbara Braga Ferreira — USP, Escola de Engenharia de Lorena (EEL), Departamento de Biotecnologia

Bianca Marçal Pagan — UNIFESP, Instituto de Ciência e Tecnologia

Brenda Chung da Rocha — USP, Instituto de Geociências (IGc)

Bruna Helena de Campos — Universidade Federal do ABC (UFABC), Centro de Ciências Naturais e Humanas

Camille Castaldo Neiva Dias — USP, Centro de Energia Nuclear na Agricultura e no Ambiente

Carlos José Leopoldo Constantino — UNESP, Departamento de Física

Carlos Roberto Grandini — UNESP, Faculdade de Ciências, Departamento de Física e Meteorologia

Carolina Moura Costa Catta Preta — USP, Departamento de Parasitologia

Caroline Cambuim Augusta — USP, Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA), Departamento de Medicina Veterinária e Zootecnia

Caue Rodrigues Cioffi — USP, Instituto de Geociências

Cibele Saliba Rizek — USP, Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU)

Claudimar Pereira Silva — UNESP, Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara (FCLAr), Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários

Clotilde Borges Guimarães — Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), Curso de Cinema

Cristiano Mattos — USP

Daniel Cordeiro — USP, Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH)

Daniel Souza dos Santos — USP, Instituto de Geociências

Dario Sousa da Silva — Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE), Departamento de Ciências Agrárias

Denise Gallo Pizella — UNESP, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia

Dennys Esper Cintra — UNICAMP, Faculdade de Ciências Aplicadas

Diego Fiorotto — UNESP, Departamento de Matemática

Diego Rafael Nespeque Correa — UNESP, Câmpus de Bauru, Departamento de Física e Meteorologia

Douglas Alexandre Santos Silva — USP, Departamento de Sociologia

Douglas Galante — USP, Instituto de Geociências

Edimara Lisbôa Marteleto — UNESP, Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara (FCLAr)

Edivaldo Gois Junior — UNICAMP, Departamento de Educação Física e Humanidades

Eduardo Rene Perez Gonzalez — UNESP, Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), Departamento de Química e Bioquímica, Câmpus de Presidente Prudente

Eduardo Rochete Ropelle — UNICAMP, Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA)

Eliana Tadeu Terci — USP, Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ)

Enrico Fuini Puggina — USP, Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto

Enzo Costa Zonta — USP, Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), Departamento de Biologia de Sistemas

Erik Noboru Morita Marcello da Silva — USP, Instituto de Química (IQ)

Fabiana Ferreira de Souza — UNESP, Departamento de Cirurgia Veterinária e Reprodução Animal

Fábio M. Alkmin — UNESP, Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI)

Felipe Fernandes Fanchini — UNESP, Departamento de Física e Meteorologia

Flávio Junior Caires — UNESP, Departamento de Química

Flavio Maron Vichi — USP, Instituto de Química (IQ)

Francesco Tomei — USP, Departamento de Sociologia

Gabriel Fellipe Barros Rodrigues — UNESP, Departamento de Biodiversidade e Bioestatística

Gabriel Lucas Bochini — USP

Gabriel Vasco — UNESP, Departamento de Ecologia

Gabriela da Cunha Marques — Universidade Federal do ABC (UFABC), Paleontologia

Gabriella De Biaggi — USP, Departamento de Geografia

Gabrielle Weber — USP, Escola de Engenharia de Lorena (EEL)

Gadiel Zilto Azevedo — UNESP, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV), Departamento de Produção Vegetal

Gilberto Carvalho Coelho — USP, Escola de Engenharia de Lorena (EEL)

Giovanna dos Santos Ramos — USP, Instituto de Geociências

Glauce Crivelaro Nascimento — USP, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP)

Guilherme Almeida Borges — USP, Faculdade de Odontologia (FOUSP), Departamento de Prótese

Guilherme Correa Barbosa — UNESP, Faculdade de Medicina, Departamento de Enfermagem

Guilherme Dognani — UNESP, Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), Departamento de Física

Guilherme Lucio Martins — USP, Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA)

Gustavo Vinícios Munhoz Garcia — UNESP, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV), Departamento de Fitossanidade

Helen Cristina da Silva — UFSCar, Departamento de Gerontologia

Henry Martin Burnett Junior — UNIFESP, Departamento de Filosofia

Hugo Kowaski — UFSCar, Departamento de Engenharia Mecânica

Igor Carlos Feitosa Alencar — USP, Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana

Inaian Pignatti Teixeira — UNICAMP, Faculdade de Ciências Aplicadas

Isabela Vicente — USP, Departamento de Química

Isabelle Vicentin Cuvide — UFSCar, Departamento de Gerontologia

Ives Haifig — Universidade Federal do ABC (UFABC), Centro de Ciências Naturais e Humanas

Jean Michel Rocha Sampaio Leite — USP, Faculdade de Saúde Pública (FSP)

Jefferson O. Goulart — UNESP, Departamento de Ciências Humanas

João Braz Custodio de Oliveira — USP, Laboratório de Geomorfologia (LabGeo)

João Gabriel Farias Romeu — USP, Instituto de Química (IQ)

João Paulo Gugliotti — USP, Departamento de Medicina Preventiva

João Pedro Ferreira Perin — UFSCar, Departamento de Sociologia; CNAM–LISE

João Victor Bandeira Ladislau — Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Departamento de Ciências Biológicas

Johnny Henrique Ferreira Pinto — USP, Museu de Zoologia

Joissi Ferrari Zaniboni — USP, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP), Departamento de Odontologia Restauradora

Jonatas Roque Ribeiro — Universidade Federal do ABC (UFABC), Licenciatura em História

Jorge Ignacio Cabrera Riquelme — Universidade Federal do ABC (UFABC), Termitolab – Termite Research Lab, São Bernardo do Campo

Jorge Leite Jr. — UFSCar, Departamento de Sociologia

José Roberto Quirino de Oliveira — USP, Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA), Departamento de Medicina Veterinária

Júlia Ayumi Ando Teixeira — Universidade Federal do ABC (UFABC), Centro de Ciências Naturais e Humanas

Júlia Malfatti Merino — UNESP, Instituto de Artes

Julia Vieira Cambuí — USP, Biociência Animal

Juliana Ferraci Martone — USP, Departamento de Letras Modernas

Juliana Guedes dos Santos — UNESP, Faculdade de Ciências, Departamento de Química

Karen Leticia Pulgatti — UFSCar, Departamento de Gerontologia

Karen Menezes da Silva — UFSCar, Departamento de Gerontologia

Karlla Beatriz Miranda Caldeira — UFSCar, Departamento de Engenharia Química

Kelen Almeida Dornelles — USP, Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU)

Lara de Almeida Losovoi — USP, Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA)

Laura Alqueja Azorli — UFSCar, Departamento de Gerontologia

Laura Giannecchini — USP

Leonardo Coelho Rabello de Lima — USP, Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto

Leonardo Lataro Paim — UNESP, Faculdade de Engenharia e Ciências (FEC), Câmpus de Rosana

Liliane Santos de Camargos — UNESP, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (FEIS), Departamento de Biologia e Zootecnia (DBZ)

Lívia Capovilla Callipo Pessoa de Sousa — UNESP, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV), Laboratório de Plantas Daninhas (LAPDA)

Lucas C. Ducati — USP, Instituto de Química (IQ)

Lucas de Mendonça Marques — USP, Departamento de Antropologia

Luciana Maria Caetano — USP, Instituto de Psicologia

Luiz Carlos da Silva Filho — UNESP, Faculdade de Ciências, Departamento de Química, Câmpus de Bauru

Luiz Gustavo Bonatto Rufino — UNICAMP, Faculdade de Educação Física, Departamento de Educação Física e Humanidades

Luz Stefany Murcia Correa — UNESP, Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT), Engenharia Ambiental

Maicon Luiz da Silva Cunha — UNESP, Faculdade de Engenharia e Ciências (FEC)

Manoel Rodrigues Alves — USP, Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU)

Marcelo Carvalho Minhoto Teixeira Filho — UNESP, Câmpus de Ilha Solteira

Marcia Cristina Anderson Braz Federson — USP, Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), Departamento de Matemática

Maria Alice de Almeida — USP, Departamento de Medicina Veterinária

Maria Carolina Heinrichs — UNICAMP, Faculdade de Engenharia Química (FEQ)

Maria Clara Stocco — Universidade Federal do ABC (UFABC), Evolução e Diversidade

Maria da Graça Campos Pimentel — USP, Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC)

Maria Fernanda Lema Carneiro — USP, Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA)

Maria Ismenia Sodero Toledo Faria — USP, Escola de Engenharia de Lorena (EEL), Departamento de Engenharia de Materiais

Maria Silva Prado Lessa — USP, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas (DLCV)

Maria Tereza Pepe Razzolini — USP, Faculdade de Saúde Pública (FSP)

Maria Vitória Porto — UNESP, Câmpus de Bauru, Departamento de Química

Marilin Ivask — USP, Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA)

Maristela Oliveira dos Santos — USP, Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), Departamento de Matemática Aplicada e Estatística

Marlon Alexandre de Oliveira — USP, Instituto de Psicologia

Marystela Ferreira — UFSCar, CCTS

Massuo Jorge Kato — USP, Instituto de Química (IQ), Departamento de Química Fundamental

Matheus Andrade Chaves — USP, Departamento de Medicina Veterinária

Matheus Sene Oliveira — UNESP, Instituto de Biociências de Botucatu

Maycon Cristiano Barbosa — USP, Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA)

Merari de Fátima Ramires Ferrari — USP, Instituto de Biociências

Michael Jones da Silva — UNESP, Câmpus de Rosana, Departamento de Engenharia

Miguel Costa de Aquino — USP, Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA)

Milaidy Müller Rossi — UFSCar, Departamento de Psicologia

Mylena Piotto Scabio — UNESP, Departamento de Química

Nara Policarpo — USP, Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo

Natalia Serra Mendes — UNICAMP, Faculdade de Ciências Médicas (FCM)

Nicolas Porto Vizarim — UNESP, Câmpus de Bauru, Departamento de Física e Meteorologia

Patricia Ferreira — UNESP, Câmpus de Rio Claro, Departamento de Biodiversidade

Patrícia Paula da Silva — UNIFESP, PPGE

Paulo Alves Porto — USP, Instituto de Química (IQ)

Paulo César Castral — USP, Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU)

Paulo Eduardo De Oliveira — USP, Instituto de Geociências, Departamento de Geologia Ambiental e Aplicada

Paulo Leandro Dattori da Silva — USP, Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC)

Pedro Henrique de Souza Bueno Júnior — USP, Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA), Laboratório de Morfologia Molecular e do Desenvolvimento

Pedro Sérgio Fadini — UFSCar, Departamento de Química

Pedro Sisnando Araújo dos Santos — USP, Museu de Zoologia

Pedro Soares — UNESP, Câmpus de Jaboticabal

Philippe Vieira Alves — UNESP, Instituto de Biociências, Departamento de Biodiversidade e Bioestatística

Poliana de Souza Miguel — USP, Departamento de Biologia Molecular

Priscila Martins de Medeiros — UFSCar, Departamento de Sociologia

Rafael Percino de Freitas da Silva — UNESP, Instituto de Artes

Raissa Morguett da Silva — UNESP, Departamento de Química

Renata Karina Reis — USP, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP)

Renata Soares Junqueira — UNESP, Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara (FCLAr), Departamento de Linguística, Literatura e Letras Clássicas

Renato de Moraes — USP, Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto

Ricardo Antonio Gonçalves — USP, Instituto de Biociências (IB)

Ricardo Antônio Polanczyk — UNESP, Departamento de Fitossanidade

Ricardo Arcêncio — USP, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP)

Rodrigo Michelin Iost — USP, Instituto de Química (IQ), Departamento de Química Fundamental

Roseli Aparecida Leandro — USP, Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ), Departamento de Ciências Exatas

Rouverson Pereira da Silva — UNESP, Departamento de Engenharia

Samyra Paixão de Assumpção — USP, Instituto de Biociências

Sebastián Bermúdez Puga — USP, Faculdade de Ciências Farmacêuticas

Sérgio Roclaw Basbaum — Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Sónia Andrade — USP, DGBE

Sylvia Gemignani Garcia — USP, Departamento de Sociologia

Thiago Carita Correra — USP, Instituto de Química

Tiago Arantes — USP, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP), Departamento de Biologia

Valdemiro Pereira de Carvalho Júnior — UNESP, Departamento de Química e Bioquímica

Vânia Brazão Muniz — USP, Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP)

Victor Hugo Tavares — UNESP, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV), Departamento de Ciência do Solo

Victor Morais Ghirotto — Universidade Federal do ABC (UFABC), Centro de Ciências Naturais e Humanas

Vinícius Carneiro de Souza — USP, Departamento de Zootecnia

Yaracê Morena Boregas e Rêgo — USP, Programa de Pós-Graduação em História Social

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